Porque para umas coisas estarem bem, outras tem de estar necessariamente mal...porque o equilíbrio é algo que tem de estar equilibrado.
Pois bem, nestes termos o Brendon afirma:
This is one hell of a lesson...Bring it on...
Mostrar mensagens com a etiqueta Entre o Eufrates e o Tigre.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Entre o Eufrates e o Tigre.... Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Xadrez ou Damas?
Adoro jogar Xadrez...um dos vícios com que fiquei das minhas viagens pelo Índico, um BOM vício.
É desafiante. intelectualmente desafiante. Divertido. estimulante. uma excelente companhia. enfim. um jogo que da para jogar a dois e sozinho. Kasparov e Fischer. quem não se lembra destes. Guerra fria. Gorbatchev (chov) e Reagan. e destes. Todo um peso de dois continentes.
É desafiante. intelectualmente desafiante. Divertido. estimulante. uma excelente companhia. enfim. um jogo que da para jogar a dois e sozinho. Kasparov e Fischer. quem não se lembra destes. Guerra fria. Gorbatchev (chov) e Reagan. e destes. Todo um peso de dois continentes.

Ultimamente tenho jogado Damas....quem me vai entender.
P.S.- dois posts no mm dia = INÉDITO, mas não resisti....
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
os 4.
Obrigado pelas saudades e memórias.
4 garrafas de alvarinho depois, sim foram mesmo quatro, adormeci a pensar nas nossas histórias. No Alentejo. Na praia. No Verão. A pensar em tudo o que há de bom. Os amigos.
Fui surpreendido por mais dois amigos que me acompanharam. Falei muito. Disse o que pensava.
Levei uma tareia no PES. Mas é sempre bom deixar-vos ganhar.
Acordei tonto.
Acordei muito feliz. Eu sou feliz.
A minha sala de recobro...ehehehe
Hoje ainda não decidi o que vou fazer.
Mas tenho quase certeza do que é que me apetece fazer.
Até logo...meu outro eu...
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Serei eu um nerd?
"Nerd é um termo que descreve, de forma estereotipada, muitas vezes com conotação depreciativa, uma pessoa que exerce intensas actividades intelectuais, que são consideradas inadequadas para a sua idade, em detrimento de outras actividades mais populares. Por essa razão, um nerd é muitas vezes excluído de actividades físicas e considerado um solitário pelos seus pares. Pode descrever uma pessoa que tenha dificuldades de integração social e seja atrapalhada, mas que nutre grande fascínio por conhecimento ou tecnologia."
in Wikipédia.
Confesso que exerço algumas actividades intelectuais, mas nenhuma que julgo ser inadequada para a minha idade, até porque a mesma começa a avançar sem que sobre essa consiga exercer algum controlo. Não que alguma vez tenha exercido, mas quando somos novos pouca ou nenhuma diferença faz termos 6, 7 ou 8 anos. Talvez alguns centímetros por ano. No meu caso todos sabemos que não foi bem assim que as coisas funcionaram.
Não pratico assim tantas actividade populares. Definam-me por favor actividades populares. Significado desconhecido. Medido pela intensidade ou pelo volume de praticantes?
A actividade física nunca foi problema, sempre fui um miúdo com genica.
Solitário. Sem dúvida.
Integração Social. Não tenho dificuldade. Mas também as oportunidades não são muitas. Culpa minha.
Conhecimento. Quanto mais melhor. Tecnologia? Às vezes boa outras vezes parva e sem sentido.
Reparem apenas como começa o texto e como acaba. Sem nexo e sem sentido. Com piadas parvas e, mais uma vez, passando ao lado do que me havia proposto inicialmente.
Chamada curiosa. Bons tempos. Com vontade de repetir. Força. Tu que tens mil-e-uma-maneiras-de-me-fazer-rir.
Trapalhada total. Falta de paciência. Olho para o lado e estico o braço. Esticam-me o braço de volta.
Num pequeno mundo, este gesto pode fazer toda a diferença. E faz. Afinal não estou sozinho. Das 10 a 12 horas que passo isolado, parece que afinal não sou o único nerd.
Os que aqui não estão, esses sabem o que sou. Conhecem-me como ninguém. A eles devo quase tudo.
E sim, por eles nunca direi não. Afinal eles são tão Nerds como eu.
in Wikipédia.
Confesso que exerço algumas actividades intelectuais, mas nenhuma que julgo ser inadequada para a minha idade, até porque a mesma começa a avançar sem que sobre essa consiga exercer algum controlo. Não que alguma vez tenha exercido, mas quando somos novos pouca ou nenhuma diferença faz termos 6, 7 ou 8 anos. Talvez alguns centímetros por ano. No meu caso todos sabemos que não foi bem assim que as coisas funcionaram.
Não pratico assim tantas actividade populares. Definam-me por favor actividades populares. Significado desconhecido. Medido pela intensidade ou pelo volume de praticantes?
A actividade física nunca foi problema, sempre fui um miúdo com genica.
Solitário. Sem dúvida.
Integração Social. Não tenho dificuldade. Mas também as oportunidades não são muitas. Culpa minha.
Conhecimento. Quanto mais melhor. Tecnologia? Às vezes boa outras vezes parva e sem sentido.
Reparem apenas como começa o texto e como acaba. Sem nexo e sem sentido. Com piadas parvas e, mais uma vez, passando ao lado do que me havia proposto inicialmente.
Chamada curiosa. Bons tempos. Com vontade de repetir. Força. Tu que tens mil-e-uma-maneiras-de-me-fazer-rir.
Trapalhada total. Falta de paciência. Olho para o lado e estico o braço. Esticam-me o braço de volta.
Num pequeno mundo, este gesto pode fazer toda a diferença. E faz. Afinal não estou sozinho. Das 10 a 12 horas que passo isolado, parece que afinal não sou o único nerd.
Os que aqui não estão, esses sabem o que sou. Conhecem-me como ninguém. A eles devo quase tudo.
E sim, por eles nunca direi não. Afinal eles são tão Nerds como eu.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Nunca percebi se foi Maomé que foi até à montanha, ou se foi a montanha que foi ter com Maomé.
"Um pão com manteiga e uma chamuça se faz favor!"
Foi este o mote para, após um período de introspecção interna, o que seria se ela fosse externa, me expor de forma nua, e porque não civil, que desse a conhecer não o meu eu mas antes o meu outro eu.
Numa das muitas manhas passadas à frente do "meu" portátil, que de meu tem muito pouco senão um username e uma password que os gajos da informática sabem, e após inadiáveis atrasos e desculpas, que me prometi a dar, não asas mas antes pernas, a uma pequena incursão num mundo que não é assim tão paralelo, que não é assim tão transcendente, que não é assim tão estranho, que afinal de contas não é assim tão meu.
A minha vida e o meu Mundo chocam poucas vezes. Não porque seja uma pessoa simples. Não o sou. Mas antes porque simplesmente a fronteira que os separa è demasiado ténue - aquela "thin red line".
Das ferramentas facultadas para a criação de um blogue (doravante abreviadamente designado por "blog"), tive de escolher entre tipos de letra, cores, formatação, opções de visualização, organização dos seguidores e disposições no ecrã. Mas que grande pincel. Pensei por momentos ser mais simples escrever e publicar um livro, desde que o mesmo não seja vendido na Byblos (piada parva).
Tendo preenchido todos os requisitos, quase como se tivéssemos perante as figuras esteio do direito civil, como a "Gestão de Negócios" (vide arts. 464.º e seguintes do Código Civil[1]) ou o "Enriquecimento sem causa" (vide arts. 473.º e seguintes do mesmo diploma), nos quais os requisitos são extensos e sujeitos às mais diversas flutuações interpretativas, prometi-me a escrever, como breve introdução, o porquê de um determinado projecto.
Apesar de não ter apresentado nenhuma razão válida, frustrando por completo o propósito a que me propus, silenciar-me-ei, pois não quero incomodar os dois leitores mais assíduos deste blog, eu, e o meu outro eu.
Obrigado.
Brendon
P.S. - não podia terminar sem dizer algo para que os que lerem isto, pois só eles saberão, mais do que ninguém, o que é..."amigos vocês são tudo"
[1] Escrito por Antunes Varela e Pires de Lima, e mais uns quantos que nunca niguem soube, os quais vivem na sombra de dois ecléticos Homens.
Foi este o mote para, após um período de introspecção interna, o que seria se ela fosse externa, me expor de forma nua, e porque não civil, que desse a conhecer não o meu eu mas antes o meu outro eu.
Numa das muitas manhas passadas à frente do "meu" portátil, que de meu tem muito pouco senão um username e uma password que os gajos da informática sabem, e após inadiáveis atrasos e desculpas, que me prometi a dar, não asas mas antes pernas, a uma pequena incursão num mundo que não é assim tão paralelo, que não é assim tão transcendente, que não é assim tão estranho, que afinal de contas não é assim tão meu.
A minha vida e o meu Mundo chocam poucas vezes. Não porque seja uma pessoa simples. Não o sou. Mas antes porque simplesmente a fronteira que os separa è demasiado ténue - aquela "thin red line".
Das ferramentas facultadas para a criação de um blogue (doravante abreviadamente designado por "blog"), tive de escolher entre tipos de letra, cores, formatação, opções de visualização, organização dos seguidores e disposições no ecrã. Mas que grande pincel. Pensei por momentos ser mais simples escrever e publicar um livro, desde que o mesmo não seja vendido na Byblos (piada parva).
Tendo preenchido todos os requisitos, quase como se tivéssemos perante as figuras esteio do direito civil, como a "Gestão de Negócios" (vide arts. 464.º e seguintes do Código Civil[1]) ou o "Enriquecimento sem causa" (vide arts. 473.º e seguintes do mesmo diploma), nos quais os requisitos são extensos e sujeitos às mais diversas flutuações interpretativas, prometi-me a escrever, como breve introdução, o porquê de um determinado projecto.
Apesar de não ter apresentado nenhuma razão válida, frustrando por completo o propósito a que me propus, silenciar-me-ei, pois não quero incomodar os dois leitores mais assíduos deste blog, eu, e o meu outro eu.
Obrigado.
Brendon
P.S. - não podia terminar sem dizer algo para que os que lerem isto, pois só eles saberão, mais do que ninguém, o que é..."amigos vocês são tudo"
[1] Escrito por Antunes Varela e Pires de Lima, e mais uns quantos que nunca niguem soube, os quais vivem na sombra de dois ecléticos Homens.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

